quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Pé de Atleta em tempos de crise é muito mais epidémica que a Gripe das Aves



Numa época em que o preço do petróleo sofre constantes alterações, em que existem suspeitas no nosso cantinho à beira-mar que os preços dos combustíveis fósseis são concertados entre os principais revendedores, o lusitano queixa-se e com razão de que o povo sofre com a ganância dos mais-ricos ainda para mais com os ordenados miseráveis e com as contas para pagar, isto para não falar dos desempregados.

Mas uma coisa é verdade o lusitano devido a razões desconhecidas desde a Revolução Industrial, contraiu uma pandemia que alastrou por toda a população tendo-se colado ao nosso ADN. E essa pandemia chama-se pé de atleta. Esta patologia verifica-se principalmente no membro inferior direito. Normalmente os sintomas aparecem quando o(a) lusitano(a) atinge a maioridade. Nessa altura o membro em questão dota-se de um sentido atlético tal que sempre que está dentro de um automóvel todo o seu membro dota-se do dobro do peso, o lusitano(a) começa a suar, entra num estado de ansiedade virando um autêntico cavalo de corrida. A transformação costuma ser imediata e esta patologia é resistente ao preço do combustível fóssil.

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